Fontes de energias

Veja as diferentes fontes de energias

Embora na maioria das vezes a energia passe despercebida em nosso dia a dia, ela é essencial em nossas atividades cotidianas. Percebemos tal fato, por exemplo, quando falta luz e notamos nossa dependência de energia, pois paramos o que estávamos fazendo, de usar o computador, sem ter sinal de wifi, sentimos calor ou frio dependendo de onde estamos sem um aquecedor ou um ar condicionado…

Para além da necessidade da maioria das pessoas, o setor econômico também é altamente dependente de energia. De novo, imagine um apagão em uma indústria e mensure o prejuízo que algumas horas com a produção parada, imagine também uma bolsa de valores, que é interligada ao resto do mundo diariamente e caí a luz…

Dessa maneira, a energia é considerada um setor estratégico na economia e geopolítica internacional.

Consumo mundial de energia por habitante em 2010 (kg de petróleo per capita)

Contudo, as fontes de energias são diversas. Classificamos elas, então da seguinte maneira:

  • Não renováveis: que não se renovam em tempo de vida humana;
  • Renováveis: se renovam em tempo de vida humana;
  • Convencionais: capazes de sustentar uma matriz energética por possuírem elevado potencial energético;
  • Alternativas: não possuem capacidade de sustentar uma matriz energética, são utilizadas como fontes de apoio.

Fontes de energia não renováveis

Carvão Mineral

O carvão mineral é um tipo de combustível fóssil, ou seja, ele é originado pela decomposição de restos de vegetais, sendo assim, encontrado em bacias sedimentares. Por ser um combustível fóssil, é uma fonte altamente poluente (emite muito carbono e enxofre – o que contribui para formação de chuva ácida).

Embora esta fonte ainda seja usada em muitos países, principalmente a China, o carvão foi a principal matriz energética da Primeira Revolução Industrial.

Produção de carvão no mundo

Petróleo

O petróleo também é um combustível fóssil encontrado em bacias sedimentares, portanto, também altamente poluente (grande emissão de CO2 e SO2).

Esta fonte passou a ser matriz energética a partir da Segunda Revolução Industrial e ainda hoje é a mais utilizada. Atualmente, a maior parte da produção do petróleo é controlada pelos países membros da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), que comandam o preço do barril de petróleo internacionalmente.

O petróleo possui função além de ser matriz energética, ele também serve de matéria-prima de plásticos, adubos, asfaltos, borrachas, cosméticos e etc.

Gás Natural

Gás Natural também é um combustível fóssil formado em bacias sedimentares. Entretanto, menos poluente que os anteriores.

O Gás possui um baixo poder energético, ou seja, é necessária grande quantidade de gás para gerar pouca quantidade de energia.

Nuclear

A energia nuclear é uma fonte que envolve alta tecnologia em sua produção, por isso seu custo de operacionalização é elevado. Além disso, é preciso ter um bom sistema de segurança e infraestrutura para funcionamento de uma usina nuclear, assim, o custo de implantação também é elevado.

Fontes de energia renováveis

Hidrelétrica

A usina hidrelétrica gera energia através da queda d’água de rios, que movem as turbinas. Sendo assim, é adequada a ser instalada em rios de planalto. O rio que abastece a usina não pode passar por períodos de seca, ou seja, o rio tem de ser perene, caso contrário o abastecimento da hidrelétrica será sazonal. É uma fonte pouco poluente.

Para instalar uma usina o custo é alto e há necessidade de uma grande área ser alagada formando a barragem, promovendo, assim, impactos socioambientais, pois força a população ribeirinha a se deslocar e destrói parte da fauna e da flora. Porém, o custo de operacionalização é mais baixo.

Álcool (biocombustível)

É uma energia alternativa às principais matrizes energética, por ser pouco poluente. Desse modo, ela reduz, principalmente, a dependência do petróleo.

O biocombustível tem como principal matéria-prima a cana de açúcar (muito utilizada no Brasil) e o milho (utilizada nos EUA). Embora seja mais limpa, há consequências em sua produção, favorecendo o desmatamento para plantação de cana, ampliando a concentração fundiária e promovendo monoculturas.

Eólica

Gerada pela força dos ventos, a energia eólica é uma energia limpa com alto custo de implantação. Contudo, há impactos ambientais significativos, como alteração da rota de migração de aves e poluição sonora.

No Brasil, conta com dois polos, um grande no Nordeste e outro no Rio Grande do Sul.

Mapa de Ocorrência de Ventos no Brasil

Solar

A energia solar é uma energia limpa, que possui alto custo de implantação. É adequada para lugares que possuem constante iluminação solar, assim, ideal para países tropicais, mas não possui um grande armazenamento de quantidade de energia.

Projeções Cartográficas

Saiba sobre os tipos de Projeções Cartográficas!

A cartografia é uma área de estudo bastante antiga, que tem como objetivo representar a Terra. Mas imaginem só, a Terra, embora alguns não acreditem… Não é plana! E como projetar então uma superfície com o formato de um geoide em uma folha de papel?! Calma, o que é um geoide? É esse formato aqui da Terra, nem redonda, nem simplesmente achatada nos polos:

Formato do Geoide

Os diferentes tipos de projeções cartográficas, buscam representar o mais próximo da nossa realidade já que não dá para ser fiel a mesma. Dividimos, então, as projeções em dois tipos, de acordo com a superfície projetada e de acordo com as propriedade geométricas.

Quais são as projeções de acordo com a superfície projetada?

São três as projeções geográficas de acordo com a superfície cobradas no vestibular, a cilíndrica, cônica e azimutal (ou plana). Dá uma olhada aqui em embaixo:

Projeções cartográficas
Cilíndrica Cônica Azimutal
Globo projetado sobre um cilindro Utilizada para representar as latitudes médias do planeta Tangencial a um ponto da esfera terrestre
Paralelos e meridianos formam ângulos retos Maiores deformações na base e no topo do cone Centro menos distorcido
Conserva as proporções nas regiões próximas ao Equador Mais comum é a Azimutal Polar (Representa apenas um hemisfério)
Distorce as regiões próximas aos polos

Olha só o que cai no ENEM de geografia sobre as projeções:

Logotipo da ONU

A ONU faz referência a uma projeção cartográfica em seu logotipo. A figura que ilustra o modelo dessa projeção é:

Quais são as projeções de acordo com as propriedades geométricas?

O que cai no ENEM em geografia das projeções de acordo com as propriedades geométricas são apenas quatro. Então fica tranquilo e não surta porque vamos entender!

A projeção conforme conserva os ângulos das coordenadas geográficas e por isso as formas são menos distorcidas, só que as áreas alteram bastante.

A projeção de Mercator é uma das mais famosinhas e muito provavelmente você já viu ou ouviu falar dela. Ela é aquela projeção clássica eurocêntrica, que localiza a Europa no centro do mapa e maior do que de fato é. Aposto que você já percebeu que ela é uma projeção cilíndrica. Isso aí! E é por isso que próximo aos polos ela distorce bem as áreas. Repara que a Groelândia (essa grande massa branca no hemisfério norte) está sendo representada como muito maior que o Brasil. Na verdade, a área da Groelândia é de 2.166.000 km² e a do Brasil é 8.516.000 km²!

Projeção de Mercator

Outro tipo de projeção é a equivalente, que busca manter a proporcionalidade das áreas, mas ao fazer isso deforma os ângulos e por consequência as formas também. Essa projeção dá um maior destaque aos países próximos à linha do equador. Reparem de novo na Groelândia e no Brasil e olhem como altera a representação! Vejam aqui:

Projeção equivalente

Terceira projeção cobrada da gente é a equidistante. Ela é utilizada pra navegações, rotas aéreas justamente por conservar as proporções das distâncias. Uma bastante utilizada é a equidistante azimutal, que destaca um ponto como centro para medir distâncias a partir deste ponto para qualquer outro lugar. Exemplo aqui uma carta náutica:

Projeção equidistante

E por fim, o último tipo de projeção que cai no ENEM de geografia é a afilática ou arbitrária. Já que entendemos que as projeções vão representar aquilo que estamos querendo informar, nós que fazemos os mapas decidimos então o que queremos ressaltar, assim, a arbitrária vai ser de acordo como você quiser!

A mais clássica é a projeção de Robinson, que não conserva nem as áreas, nem as distância, nem as formas, mas mantem as proporções. Dá uma olhada aqui:

Projeção de Robinson

Existem também as anamorfoses que representam as projeções arbitrárias. Elas são adotadas a partir de um critério e passam essa informação no mapa. Um exemplo é quando escolhemos retratar a população mundial e observem como fica tudo muito fora do que estamos acostumados:

Projeções arbitrárias
Conformes Equivalente Equidistante Arbitrária
Mesmos ângulos Áreas proporcionais Proporção das distâncias Não respeita áreas, formas e distâncias
Distorção das áreas Deformação dos ângulos Rotas aéreas e marítimas Menores distorções
Cilíndrica Cilíndrica Distorção de áreas e formas Cilíndrica
Muito usada na navegação

Bom, o que cai no ENEM de geografia sobre projeções cartográficas tá garantido agora. Façam alguns exercícios pra fixar e ninguém vai errar questão de projeção no ENEM.

Clima

Vamos aprender sobre clima?

Primeira coisa que devemos saber sobre o conteúdo de clima é diferenciar o conceito de clima e tempo. Eu sei que você já sabe… Mas vamos relembrar rapidinho! Como está a atmosfera nesse exato momento? Dá uma olha aí pro céu. Isso é o tempo, então, tempo é o estado momentâneo da atmosfera. Já o clima vai ser o conjunto de ‘tempos’ em um período (analisamos de 30 em 30 anos).

Mas, Maíra, como que a gente consegue então definir um clima? Bom, o clima é definido por um conjunto de fatores e elementos que combinados formam um clima específico. Os fatores climáticos vão ser aqueles fixos, de acordo com a localização, fazendo uma analogia é como se eles fossem nossas características permanentes, por exemplo, ser alguém determinado, alegre, divertido. Já os elementos climáticos  são mais voláteis e seriam nosso humor em um dia específico, por exemplo, por mais que você seja uma pessoa alegre e divertida, tem dias que estamos mais pra baixo né, oscilamos, e os elementos climáticos oscilam também.

Tudo tranquilo até agora, né?

São sete os principais fatores climáticos: latitude, altitude, continentalidade, maritimidade, correntes marinhas, relevo e vegetação. E são três os elementos: temperatura, umidade e pressão atmosférica.

A latitude influencia o clima devido a Terra ter um eixo de inclinação, assim, a radiação solar chega com intensidades diferentes ao longo do globo e por isso temos esta distribuição climática:

Outro fator que influencia o clima é a altitude: conforme mais alto fica, mais rarefeito torna-se o ar e menos biodiversidade encontramos. Dê uma olhada também nessa outra foto:

Exemplo de como a altitude influência o clima

Já a continentalidade e a maritimidade atuam em lugares opostos. Regiões próximas ao mar estão sob o efeito da maritimidade, mas vamos entender o porquê. Um lugar próximo do mar está próximo de uma grande massa hídrica, que é o oceano, certo? E a água, isso eu sei que vocês sabem lá da física, tem um calor específico mais alto, então ela demora mais a ganhar e perder calor, e é por isso que os locais litorâneos têm uma menor variação térmica ao longo do dia, ou seja, uma menor amplitude térmica, pois a grande massa hídrica influencia no clima.

Enquanto isso, em lugares mais afastados do mar, que estão mais para dentro do continente, estão sob o efeito da continentalidade. A terra, o solo, tem um calor específico menor, então ganha e perde calor mais rápido. Assim, a variação térmica para dentro do continente vai ser maior. Observem esse esqueminha aqui:

Diferenças entre a temperatura de Verão e a temperatura de Inverno

Desse modo, as correntes marinhas também vão influenciar o clima. A gente, agora, vai entender como.

Primeiro, as correntes que se formam nos polos vão ser correntes frias e as que se formam próximas ao equador são quentes. Vejam esse mapa das correntes:

Climas e correntes marítimas

E como elas influenciam? Bom, as correntes quentes amenizam temperaturas mais frias, exemplo é a Corrente do Golfo, que vai em direção ao litoral europeu, sobretudo, na península ibérica (onde está Portugal e Espanha) e ela faz com que o inverno europeu ali no litoral, seja um pouco menos frio do que o de Nova Iorque, por exemplo, que está na mesma latitude. E as correntes frias tornam favorecem a massa de ar ser mais seca.

Outro fator que condiciona o clima é o relevo, pois onde temos uma barreira orográfica é dificultado a circulação dos ventos. Este caso, é um dos motivos de termos o semiárido no nordeste, pois o Planalto da Borborema faz uma barreira na umidade vinda do mar.

Representação do Planalto da Borborema e chuvas orográficas

E, por fim, o último fator, a vegetação. A cobertura vegetal também tem a capacidade de influenciar o clima. Sabemos que o clima é quem condiciona a vegetação, mas a vegetação também influencia o clima, por exemplo, quando desmatam uma grande área, a tendência é que a temperatura média aumente.

Em relação aos elementos, temos primeiro a temperatura, que está relacionada a irradiação solar e a distribuição da intensidade da mesma ao longo do globo e como ela varia com as estações também.

A pressão – também um elemento do clima – está associada, principalmente, ao deslocamento de ar. Pois os ventos se deslocam da alta pressão para baixa.

Já a umidade está relacionada a quantidade de vapor d’água que há na atmosfera em um determinado momento e lugar. Assim, temos, então, a umidade relativa do ar. Quando atinge seu ponto de saturação, ou seja, quando a atmosfera não consegue manter suspensa todo aquele vapor d’água, ela se precipita em forma de chuva.

Tipos de Chuvas

Nós temos três tipos de chuvas importantes para vocês fazerem o ENEM. A chuva convectiva é a clássica chuva de verão, em que durante o dia fica muito calor, bem abafado, com uma alta taxa de evaporação que faz a gente suar muito, por estar com a umidade relativa alto. No final do dia, toda esse vapor é precipitado em forma de chuva, numa pancada. Na região norte do país esse tipo de chuva é frequente diariamente. Alô, galera do Norte, é real ou não?!

Outro tipo de chuva que existe é a chuva orográfica, que ocorre devido uma barreira orográfica. Já falamos um pouco sobre a influência do relevo, agora vamos entender como influencia na chuva. Então, o relevo forma uma barreia que impede a passagem da umidade, por isso, a mesma acumula de um “lado” desse relevo, por não conseguir transpor a barreira, chamamos esse “lado” de barlavento. Quando a umidade satura, chove, e aí o ar fica mais leve, conseguindo, por fim, ascender na atmosfera e passar o relevo, mas ele passa seco para o “lado” que solta o vento, chamamos esse “lado” de sotavento.

Por último, temos as chuvas frontais. Essas chuvas ocorrem devido ao encontro de duas massas de ar com características diferentes. Por exemplo, há uma camada de ar quente pairando agora sob o lugar que você está e anunciam no jornal que vai entrar uma frente fria, isso quer dizer que vai chegar uma massa de ar diferente, fria. Quando a massa quente e a fria se chocam, o encontro delas provoca instabilidade na atmosfera e chuvas frontais.

Tipos de Ventos

O principal vento da circulação geral da atmosfera é o alísio. Os alísios se formam nos trópicos (câncer e capricórnio) e vão em direção ao equador. Eles vêm carregando umidade em direção a nossa Zona de Convergência Intertropical (que é nosso equador térmico) e, dessa forma, temos muita ocorrência de chuva ao longo do equador, por isso, de novo, na região norte chove muito.

Após a descarga da umidade, os alísios se transformam em contra-alísios, e estes ventos serão, então, secos. Os contra-alísios ascendem na atmosfera e voltam em direção aos dois trópicos. Por eles chegarem secos nos trópicos, temos a maioria dos desertos sob os trópicos.

Dessa forma, ao longo do equador, há uma zona de baixa pressão e, próximo aos trópicos, uma zona de alta pressão.

O segundo tipo de ventos que temos são brisas. A dinâmica delas tem a ver com aquilo que falamos sobre calor específico d’água. No iniciozinho do dia, a terra, que perde calor rápido, já resfriou e se encontra, então, mais fria do que a água do mar. E sabemos, lá da física e da química, que o ar frio é mais denso, mais pesado, então ele forma uma área de alta pressão. Enquanto isso, a água do mar forma uma área de baixa pressão em relação à terra firme. Dessa forma, a brisa noturna se desloca do continente para o oceano (por esse motivo os pescadores saem ainda de madrugada para pescarem, pois a brisa ajuda a empurrar o barco para alto mar).

Por último, as chamadas monções figuram como nosso terceiro tipo de vento. Elas acontecem na Ásia e o Índico. E por que não acontece em outro lugar? O único lugar no globo que tem um hemisférico com uma grande massa hídrica e o outro hemisfério com massa continental é na porção da Ásia e do Índico. Então, é essa diferença que vai provocar um tipo especial de vento.

Vamos entender melhor! Quando é verão no hemisfério norte (na Ásia) é formado um centro de baixa pressão no continente, enquanto no sul é inverno, e há um centro de alto pressão. Assim, como os ventos se deslocam da alta pra baixa… As monções de verão então vão se originar no oceano, com muito umidade e vão se deslocam para o continente, chovendo bastante no sul e sudeste asiático.

Já quando é inverno, o centro de alta pressão esta no continente e o de baixa no oceano. Por isso, as monções de inverno se deslocam do continente para o oceano, mas sem carregar tanta umidade, pois ela é formada no continente. Olha esse esquema pra observarem o que acabamos de falar:

Monção de Inverno e Monção de Verão

E uma última dica. Dentro deste assunto, você pode se divertir um site pelo qual a gente consegue ver todos os fenômenos que estão acontecendo na atmosfera. Segue o link.  https://www.windy.com/?-22.875,-43.278,5

Teorias Demográficas

Teorias demográficas: Malthusianos, neomalthusianos e reformistas

Olá! Estudamos as populações para compreendermos as sociedades e analisar seus aspectos sociais. Assim, as teorias demográficas são formas de analisarmos como é uma população, como se comporta, conhecer suas dinâmicas, funcionamento e organizações populacionais. Vamos falar as três grandes correntes nesse sentido:

Teoria Demográfica Malthusiana

A Teoria Malthusiana é baseada no livro Ensaio sobre a população (1798), do inglês Thomas Robert Malthus, que defendia medidas antinatalistas para superar problemas populacionais.

Para Malthus, a população cresceria em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos seria em progressão aritmética. Por consequência, a população passaria por períodos de fome, guerras por comida e a pobreza aumentaria.

Pensando em evitar os problemas devido ao crescimento populacional, Malthus defendia a abstinência sexual, planejamento familiar, coibição de ações assistencialistas do estado, por exemplo.

Entretanto, não houve um crescimento populacional como previsto por Malthus e a produção de alimentos passou pro Revoluções Agrícolas, que aumentaram sua produtividade.

Teoria Demográfica Neomalthusiana

Inserida em contexto de pós-Guerras, a Teoria Neomalthusiana buscava e ainda busca entender o status de subdesenvolvimento ou desenvolvimento dos países.

Dessa forma, para os adeptos dessa teoria, todo país com uma grande quantidade de pessoas seria um país subdesenvolvido, pois teria altos gastos com essa população e os recursos se tornariam escassos devido ao consumo da população. Logo, um Estado com um grande contingente populacional seria um Estado subdesenvolvido.

Dá uma olhada no trecho do livro Inferno de Dan Brown (que também é um bom filme), toda a narrativa da história gira entorno da Teoria Malthusiana, como vemos a seguir:

“- Pense no seguinte: a população da Terra levou milhares de anos, desde a aurora da humanidade até o início do século XIX, para atingir um bilhão de pessoa. Então, de forma estarrecedora, precisou apenas de uns cem anos para duplicar e chegar a dois bilhões, na década de 1920. Depois disso, em menos de cinquenta anos, a população tornou a duplicar para quatro bilhões, na década de 1970. Como a senhora pode imaginar, muito em breve chegaremos aos oito bilhões. Pense nas implicações. (…) Espécies animais estão entrando em extinção num ritmo aceleradíssimo. A demanda por recursos naturais cada vez mais escassos é astronômica. É cada vez mais difícil encontrar água potável.” BROWN, Dan. Inferno. São Paulo: Arqueiro, 2013.

Para controlar o crescimento populacional, os neomalthusianos defendem o uso de anticoncepcionais para realizar um planejamento familiar, pois assim as taxas de natalidade tenderiam a diminuir.

Contudo, sabemos que esta teoria é falha, pois, por exemplo, os Estados Unidos da América possuem uma das maiores populações mundiais, mas é considerado um país desenvolvido.

Teoria Reformista/Marxista

Em resposta à Teoria Neomalthusiana, então, inserida no mesmo contexto, a Teoria Reformista defende o oposto. Isso significa que, para os esses, o ritmo de crescimento populacional está associado à renda familiar. Assim, o alto número de filhos seria devido à pobreza (e não o contrário, como acabamos de ver na Teoria Neomalthusiana).

Muito provável que você já tenha ouvido uma frase do tipo “pobre sempre tem muito filho”, de fato, as pessoas de baixa renda tendem a ter mais filhos, mas por conta do grau de instrução, de acesso a informação e da renda familiar. Desse modo, os reformistas afirmam que a pobreza é fruto da má distribuição de renda, levando um país ao status de subdesenvolvimento.

Para controlar o crescimento populacional, de acordo com os marxistas, o ideal seria realizar reformas sociais, ou seja, melhorar o acesso a educação e a distribuição de renda, para que, assim, o Estado conseguisse alcançar o desenvolvimento.

Pronto, agora que você já conhece a Teoria Demográfica Malthusiana, a Neomalthusiana e a Reformista/Marxista,  é só praticar e tirar aquela notona na prova. Até a próxima!

Local de prova do Enem 2018 já pode ser consultado

Veja onde será sua prova do ENEM 2018

Os candidatos que farão o Enem neste ano já podem consultar o cartão de confirmação com o local e horário das provas. O cartão de confirmação é o documento que comprova a inscrição de cada candidato no Exame Nacional do Ensino Médio, sendo o acesso a ele individual. Por conta disso, serão solicitados dados pessoais e senha. Para verificar o local de prova, é necessário fazer login na página do participante utilizando o número do CPF e a senha cadastrada no momento da inscrição.

Não é obrigatória a apresentação do cartão de confirmação no dia da prova, porém o Inep recomenda que os candidatos imprimam o documento para que evitem confusões. Com o documento em mãos, o aluno corre menos risco de se confundir com o endereço e horário de início das provas. Além do endereço completo, no cartão também consta a informação do número da sala em que cada candidato fará a prova.

Neste ano, as provas do Enem acontecerão nos dois primeiros domingos de novembro. No dia 4 ocorrerá a aplicação das provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias/Redação/Ciências Humanas e suas Tecnologias e, no dia 11, será feita a aplicação das Provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias/Matemática e suas Tecnologias.

Não se atrase para o ENEM

Dica do ProEnem: verifique exatamente onde fica o seu local de prova e calcule o tempo para chegar ao local utilizando o Google Maps ou algum outro serviço de sua preferência. Programe-se desde já para que não ocorram problemas com atrasos no ENEM. Esse é um momento importante na sua vida, planeje-se.

Enem 2018 no horário de verão

Ficou sabendo que o horário de verão vai começar no dia da primeira prova? O Governo Federal voltou atrás da decisão de adiar o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. A data inicial será mantida (4/11), coincidindo com o primeiro dia de provas do ENEM.

Alimentação para o ENEM 2018

Com a mudança no horário de verão, seu corpo sofre para se adaptar a nova rotina. Você pode seguir algumas dicas essenciais para turbinar seu cérebro nesses 2 dias tão importantes, afinal, você não estudou 1 ano inteiro para deixar a fadiga dominá-lo, não é mesmo?!

Rochas e Solos

Vamos falar hoje aqui de rochas e solos!

Normalmente a parte de geografia física assusta mais, né? Mas calma, porque não é nada temeroso.

Para começarmos, o que são rochas? Rochas são agregados sólidos de um ou mais minerais que constituem a crosta terrestre. Logo, entendemos que vamos ter diferentes tipos de rocha.

Rochas Magmáticas ou Ígneas

As rochas magmáticas, como o próprio nome já se refere, são formadas a partir do magma. Como sabemos, o magma é quente, assim, as rochas ígneas se formam a partir do resfriamento desse magma e por isso, vamos ter dois tipos de rochas magmáticas.

Rochas Intrusivas ou Plutônicas

De novo, a denominação ajuda a entendermos. Se a rocha é magmática intrusiva é porque ela se forma dentro da crosta terrestre. Desse modo, o magma solidifica lentamente formando a rocha ígnea plutônica.

Um exemplo desse tipo de rocha é o granito, por esse motivo ela tem tonalidades diferentes.

Rochas Extrusivas ou Vulcânicas

Já as extrusivas, então, irão se formar na superfície terrestre, logo elas se resfriam de modo mais rápido.

Quando há erupções vulcânicas, em que o magma é expelido em forma de lava, a diferença de temperatura faz com que a lava solidifique rapidamente.

Exemplo de rocha magmática extrusiva é o basalto.

Rochas Metamórficas

Toda metamorfose representa uma mudança. Portanto, as rochas metamórficas são originadas a partir da alteração de temperatura e pressão no interior da crosta terrestre. Ela se origina a partir de outro tipo de rocha, que passa por esse processo de mudança, formando assim a metamórfica.

Exemplos de rochas metamórficas

Rochas Sedimentares

Ao longo do tempo as rochas e solos são desgastados por ações de intemperismo, provocando, assim, a erosão.

E o que é erosão? Erosão é um processo e, como processo, leva tempo. Erosão é o desgaste das rochas e solos, ou seja, tirar “farelos” (sedimentos) das rochas e solos, que são transportados e depositados em algum lugar. O acúmulo desses sedimentos, ao longo do tempo, e compactação dos mesmos, forma a rocha sedimentar. Dessa maneira, a rocha sedimentar pode se originar a partir do desgaste de qualquer outro tipo de rocha.

Reparem na foto a seguir, como é nítida as camadas de sedimentos que foram depositadas ao longo de muitos anos.

Exemplo de rochas sedimentais

Ciclo das Rochas

As rochas têm um ciclo de formação, pois todas se formam a partir de outros tipos de rochas. Olha só esse esquema:

Esquema de Ciclo das Rochas

Solos

Quando falamos da formação dos solos, chamamos esse processo de pedogênese. Solos são formados por horizontes, cada um com uma morfologia distinta que refletem diferentes condições de formação, resultante de uma combinação específica entre os seguintes fatores:

  • Clima;
  • Relevo;
  • Organismos vivos;
  • Material de origem;
  • Tempo

Os solos, a terra, também são um recurso natural, embora na maioria das vezes sejam tratados mais como propriedade privada. Desse modo, eles também podem se esgotar e a população também deve ter acesso ao recurso.

A partir da combinação desses fatores os solos temos diferentes tipos de solos, com diferentes perfis de solos. Os perfis de solo são caracterizados pelos horizontes que o compõem.

De modo geral, os solos se formam a partir do desgaste de uma rocha, a rocha mãe ou rocha matriz. Com o passar do tempo e atuação do clima (frio, ou quente, ou seco, ou úmido) mais os organismos vivos e o relevo (declive ou plano) é formado o solo.

Por exemplo, locais de alta declividade o solo demora mais a se formar devido a dificuldade de fixação dos sedimentos por causa da ação da gravidade.

Exemplos de perfis de solo

Principais Solos do Brasil

Terra Roxa

Formado por um grande e antigo derramamento de basalto, a terra roxa, que possui uma coloração avermelhada é um dos tipos de solo mais férteis que há em nosso território. É encontrado em grande parte da região sul, parte do sudeste e centro-oeste.

Tal fato, nos informa com que no passado havia vulcões para que tivesse derramamento de lava nesses solos.

Por ser um solo fértil, é utilizado há tempos pela agricultura, sobretudo, durante o período do ciclo do café.

Massapé

Também com alta fertilidade, o solo do tipo massapé tem uma coloração mais escura e é arenoso por ser originado pela decomposição de rochas como o gnaisse escuro e filitos, por exemplo.

Sitiado ao longo do litoral nordestino, durante os períodos de ocorrência de chuva ele se torna mais úmido e pegajoso, já nos períodos de seca, mais rígido.

Salmourão

O salmourão é o solo típico do cerrado (em grande maioria no Centro-Oeste). É bem arenoso e menos fértil que os outros por ser mais ácido, contudo, passando pelo processo de calagem ele se torna bastante fértil para agricultura.

Aluviais

Abundantes em nosso território, os solos aluviais originam-se pelo acúmulo de sedimentos aluviais, ou seja, dos rios. Dessa forma, são encontrados em várzeas de rios e utilizados para agricultura.

Pronto. Agora você já está por dentro do assunto e já pode se destacar em qualquer aula sobre o assunto. Agora é só arrebentar na prova.

Como funciona o ENEM para a conclusão do ensino médio?

Querendo saber como funciona o ENEM para conclusão do ensino médio?

Então, não funciona mais! Hoje a prova para certificação é o Encceja.

O ENEM foi criado em 1998 como ferramenta de avaliação do ensino médio no país, mas já com a ideia de se tornar um exame único para acesso ao ensino superior, tornando-o maior vestibular do Brasil.

Entre 2009 e 2016 tinha essa opção, havia todo um cuidado para ensinar como funciona o ENEM para conclusão do ensino médio, no ato da inscrição o candidato marcava essa opção e escolhia a instituição pra retirar o certificado de conclusão do ensino médio, caso fosse aprovado, em 2017, isso mudou. A prova para certificação de conclusão do ensino médio passou a ser o Encceja.

Caso você tenha feito o ENEM entre 2009 e 2016 e não retirou o seu certificado, olha aqui como funciona o ENEM para conclusão do ensino médio.

Você se inscreveu no ENEM, escolheu a instituição certificadora, conseguiu a nota e agora?

Agora você recolhe seus documentos e corre lá gritando desesperado atrás do certificado!

Não!! Tô brincando!

Recolhe os seguintes documentos:

  • Carteira de identidade e CPF (cópias e originais);
  • Certidão de Nascimento ou Casamento (cópia);
  • Comprovante de endereço com CEP (cópia);
  • Boletim individual de resultados expedidos pelo INEP referentes ao último Enem (cópia);
  • Declaração individual, devidamente assinada, que ateste não haver concluído o Ensino Médio (expedido na hora pela instituição certificadora);
  • Declaração individual, devidamente assinada, que autorize a utilização do resultado do Enem (expedido na hora pela instituição certificadora).

Feito isso, entre em contato com a instituição.

Bem, agora que sabemos que o ENEM não funciona para a conclusão do ensino médio, vamos ver como funciona o Encceja, pra você conseguir o seu certificado. É isso o que você quer, certo?

Primeira coisa importante: a inscrição é gratuita!

Os documentos básicos para inscrição são identidade e CPF, as inscrições são feitas  online no site: http://enccejanacional.inep.gov.br/encceja/#!/inicial, o candidato precisa ser maior de 18 anos para prestar o exame.

No Encceja para certificação do ensino médio são avaliadas as seguintes áreas do conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias que compreende as disciplinas de Química, Física e Biologia, Matemática e suas Tecnologias; Linguagens, Códigos e suas Tecnologias que compreende as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes, Educação Física e Redação, Ciências Humanas e suas Tecnologias que compreende as disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia.

Caso o candidato tenha prestado anteriormente o Encceja, ou o ENEM quando esse funcionava para conclusão do ensino médio, e tenha obtido pontuação necessária para a certificação, deve se inscrever apenas para as áreas que não conseguiu a pontuação sendo ela unicamente redação, deve escolher a área de conhecimento Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física).

Caso precise de atendimento especial para prestar o exame, basta solicitar no ato da inscrição.

A pontuação mínima exigida para certificação, por área do exame, é 100 (cem) pontos e na redação 5 (cinco) pontos, e na área de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física, para ter a certificação parcial, ou seja, só dessa disciplina, tem que alcançar no mínimo, o mínimo das notas nas duas áreas.

Concluindo, como funciona o ENEM para a conclusão do ensino médio? Não funciona.

Hoje a certificação de conclusão do ensino médio de faz pelo Encceja (Exame Nacional Para Certificação de Competências de Jovens e Adultos ), que tem inscrição gratuita, só pode ser feito por maiores de 18 anos, pode ser prestado parcialmente, ou seja, se o candidato não for aprovado em todas as áreas no primeiro exame, pode prestar o próximo somente pras áreas que não foi aprovado.

Somente depois da certificação ele poderá prestar o ENEM para ingressar numa faculdade ou concorrer as bolsas do PROUNI.

Luciana Fortuna

Terceira Revolução Industrial

Vamos entender um pouco sobre as revoluções industriais.

Toda revolução é uma quebra de paradigma, uma mudança profunda e completa. A Primeira Revolução Industrial consistiu em uma transformação técnica, por esse motivo, ela também é conhecida como Revolução Técnica. Já a Segunda Revolução Industrial foi pautada no conhecimento científico aplicado ao melhoramento da técnica, assim, chamamos o período de Revolução Técnico-Científica.

Desse modo, a Terceira Revolução Industrial também vai representar uma grande transformação. A Terceira Revolução Industrial é uma revolução tecnológica, das comunicações, da informação, por isso, conhecida como Revolução Técnico-Científico-Informacional.

O local de surgimento dessas ideias inovadoras é o Vale do Silício, pois é neste espaço em que encontramos o principal tecnopolo do globo. Mas, calma! O que é um tecnopolo? Tecnopolo é um centro tecnológico que concentra pesquisa e desenvolvimento, ou seja, em um mesmo lugar temos a produção do conhecimento, na maioria das vezes em laboratórios universitários, e onde o aplicamos, nas indústrias tecnológicas.

É no Vale do Silício onde estão localizados grandes centros universitários como Stanford, Berkeley, entre outros, e assim, sendo atrativo para as indústrias tecnológicas estarem situadas perto dessas faculdades, como o Yahoo, Google, HP, Microsoft, também, dentre inúmeras outras.

A tecnologia informacional revoluciona a forma como lidamos com as informações. Hoje em dia é muito banal em nosso cotidiano o acesso à informação, entretanto, quando ela começou a se desenvolver foi um grande choque. Estar conectado 24/dia, várias informações, notícias circulando ao mesmo tempo é fruto da Terceira R.I. Saber dos acontecimentos simultaneamente eles ocorrem é algo recente. A informação se torna tão dinâmica, que enquanto eu escrevo esse texto pra você, a notícia de hoje já será ultrapassada quando vocês lerem. Olha que louco!

Além disso, imaginem só salas e salas cheias de arquivos sobre informações e dados de empresas, como na foto abaixo, por exemplo.


Agora, a gente tem a capacidade de aglomerar muita informação em pouco espaço, como em um pen drive, computador, celular…

A Terceira Revolução Industrial está inserida no contexto de globalização, que é a atual fase de expansão do capitalismo. Desse modo, temos as infovias como o principal transporte e facilitador da Terceira R.I. pois são elas que transportam as informações, o principal objeto da atual revolução.

Além da mudança técnica, a Terceira Revolução Industrial traz consigo inovações tecnológicas, como a energia nuclear (embora o petróleo ainda seja majoritariamente utilizado), a robótica e automação, permitindo que o trabalho seja realizado por máquinas. Junto dessas inovações, a biotecnologia também foi uma novidade, principalmente, representada pelos transgênicos.

Logo, percebemos que a Terceira Revolução Industrial é responsável pelas dinamizações dos fluxos de informações e mercadorias. Essa dinamização provoca o  aumento dos fluxos, assim, o transporte hoje é adequado a essas necessidades, sendo realizado por trens balas, mega navios, aviões a jato e mega aviões.

Toyotismo

Inserido na Terceira Revolução Industrial, o Toyotismo foi a mudança no modelo produtivo, que até então predominava, o fordismo.

O fordismo já vinha sendo contestado após crises de superprodução e por diversos movimentos de contracultura, como o movimento hippie, que questionavam a padronização do costumes e do consumo.

Assim, o Toyotismo surge com características contrárias ao fordismo. A produção de bens, portanto, vai ser personalizada, a gosto do cliente. Hoje você tem a possibilidade de querer montar sua própria camisa, por exemplo, criar um desenho e mandar estampar em um tecido. Essa camisa vai ser única, apenas você terá. Para isso, a fabricação é conforme a demanda (just-in-time), já que nem todo tem os mesmos gostos, certo? Esse processo acaba, então, não produzindo muitas mercadorias de uma vez só, o que torna os estoques mínimos.

Já que os bens não serão mais padronizados e agora também há máquinas realizando trabalhos que o ser humano ocupava, a mão de obra precisa ser qualificada.

Além disso, a produção se torna descentralizada, possibilitando que cada parte do produto seja produzido em um lugar, barateando os custos.

Quer saber mais? Venha fazer parte do time de aprovados do ProEnem. Assista esse vídeo e vejam um exemplo de produção toyotista:

Comercial Novo Fiat Uno – Exemplo de produção Toyotista

Tipos de sujeito

Precisa de ajuda para identificar e classificar os tipos de sujeito de uma oração?

Como achar o sujeito em uma frase?

Antes de aprendermos a identificar os tipos de sujeito, é preciso aprender a encontrá-los dentro do período. Isso porque esse termo sintático pode aparecer no início (lugar mais comum), no meio ou ainda no final da oração.

Então como fazer para conseguir identificar esse termo? É fácil! Geralmente, basta que você destaque o verbo da oração e faça as perguntas “O quê?” ou “Quem?” + verbo. A resposta que você encontrar para essa pergunta costuma ser o sujeito da oração. Saca só como é fácil:

Ex. 1: “Você nunca mais vai trabalhar nesta cidade”. (EEAR, 2018)

Qual o sujeito do verbo TRABALHAR? Basta perguntarmos: “Quem nunca mais vai trabalhar nessa cidade:” A resposta a essa pergunta é: “Você”. Logo, o sujeito do verbo TRABALHAR é “você” tudo o que sobra na oração é predicado: “nunca mais vai trabalhar nessa cidade:”.

Ex. 2: “Chama atenção das pessoas atentas, cada vez mais, o quanto se forjam nos meios de comunicação modelos de comportamento ao sabor de modismos lançados pelas celebridades do momento.” (EXPCEX, 2013)

Qual o sujeito do verbo FORJAR? Basta perguntarmos “O que se forja nos meios de comunicação?” A resposta a essa pergunta é : “modelos de comportamento”. Logo, o sujeito do verbo FORJAR é “modelos de comportamento” e tudo o que sobra na oração é predicado: “o quanto se forjam nos meios de comunicação”.

Ex. 3: Ocorrem muitos acidentes nas Avenidas Federais.

Qual o sujeito do verbo OCORRER? Basta perguntarmos: “O que ocorre nas Avenidas Federais?” A resposta a essa pergunta é : “muitos acidentes”. Logo, o sujeito do verbo OCORRER é “muitos acidentes” e tudo o que sobra na oração é predicado: “ocorrem nas Avenidas Federais”.

E se liga em mais um detalhe: depois que você encontra o sujeito, tudo o que sobra na oração faz parte do predicado, inclusive o próprio verbo. E, se o sujeito não estiver expresso, escrito na oração, a frase toda será predicado. Lembrar disso vai te ajudar a classificar os tipos de predicado, quando você avançar mais um pouquinho nos estudos.

Pronto! Agora que você já aprendeu a destacar os sujeitos, vamos ver como podemos classificar os tipos de sujeito? Bora lá!

Quantos e quais são os tipos de sujeito possíveis?

Os sujeitos de uma oração se dividem em cinco tipos diferentes, que são classificados dependendo das informações que eles acrescentam à oração. Olha só como é fácil:

  1. Sujeito simples: o sujeito será classificado como simples quando ele apresentar um único núcleo, ou seja, falar de uma única coisa ou de um único grupo de coisas.

Ex.: “A organização dos concursos fez com que os urubus se sentissem importantes.”

Na frase: A organização dos concursos fez com que os urubus se sentissem importantes. O núcleo do sujeito de fez é:

A) urubus
B) concursos
C) dos concursos
D) organização
E) Nenhuma das respostas anteriores

Qual é o sujeito do verbo FAZER? Basta perguntarmos “Quem fez com que os urubus se sentissem importantes?” A resposta é “a organização dos concursos”. Como o núcleo desse sujeito é “organização”, o sujeito é simples.

  1. Sujeito composto: já o sujeito será classificado como composto quando apresentar dois ou mais núcleos, ou seja, falar de dois ou mais grupos de coisas.

Ex.: “Naus e navegação têm sido uma das mais poderosas imagens na mente dos poetas” (EFOMM, 2017)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:

A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

O sujeito dessa oração é “Naus e navegação”. Como esse sujeito se refere a duas coisas diferentes, apresenta dois núcleos, ele é um exemplo de sujeito composto.

  1. Sujeito oculto ou elíptico ou desinencial: tanto nome diferente para um sujeito que nem aparece escrito na frase. Ora, mas se esse sujeito não aparece escrito, como a gente consegue identificá-lo? É fácil. Basta olhar para a conjugação do verbo. É justamente a terminação verbal que vai denunciar qual é o sujeito.

“Exercia influência somente em pessoas menos atentas”. (EEAR, 2012)

Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito na frase.
a) Desconfiaram da idoneidade daquela empresa. (sujeito oculto)
b) Grandes contradições econômicas atingem nosso país. (sujeito composto)
c) Exercia influência somente em pessoas menos atentas. (sujeito indeterminado)
d) No mundo, existem várias organizações preocupadas com a preservação do meio ambiente. (sujeito simples)

Quem exercia influência sobre as pessoas desatentas? O sujeito ELE não está escrito na frase, mas pode ser recuperado pela terminação verbal. Logo, o sujeito da frase é oculto.

Mas se liga no seguinte: o sujeito só será classificado como oculto quando o verbo estiver conjugado em uma das cinco primeiras pessoas verbais (eu, tu, ele, nós e vós) e ele não puder ser recuperado pelo contexto, não estar expresso em outra parte do texto. Quando o verbo estiver conjugado na terceira pessoa do plural (eles), teremos outro tipo de sujeito. Olha só a diferença…

  1. Sujeito indeterminado: esse tipo de sujeito pode vir representado de duas diferentes maneiras. A primeira delas é bastante parecida com o sujeito oculto, porque o sujeito pode ser recuperado pela terminação do verbo, que deve estar conjugado na terceira pessoa do plural (eles). A diferença entre essa forma do sujeito indeterminado e o sujeito oculto se deve à diferença de significado. Mais ou menos assim: você usa o sujeito oculto quando fica com preguiça de escrever o sujeito, porque ele pode ser identificado com facilidade pela terminação do verbo. Já o sujeito indeterminado é usado quando você não sabe quem praticou a ação ou não quer identificar o autor. A diferença entre os dois é semântica (de significado, de intenção), apesar de a estrutura ser bem parecida. Moleza, NÉ?

Ex.: “Aniquilaram as fontes de resistência na zona de conflito no país. “(EEAR, 2018)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:
A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

Nesse exemplo não é possível saber quem foi o agente responsável pela aniquilação das fontes de resistência. O verbo está na terceira pessoa do plural e por isso o sujeito é classificado como indeterminado. Se a frase fosse: “Aniquilamos as fontes de resistência na zona de conflito do país”, o sujeito da frase seria oculto (nós), porque pode ser recuperado pela conjugação do verbo.

Já a outra maneira representar o sujeito oculto usa a partícula –SE, que recebe o nome de índice de indeterminação do sujeito. Essa partícula aparece bem pertinho do verbo, que precisa estar sempre conjugado na terceira pessoa do singular (ele) e que não aceita plural de jeito nenhum. Pra isso, o verbo da oração que você está analisando pode ser qualquer um, menos verbo transitivo direto. Se você não lembra o que é isso, dá uma olhadinha em transitividade verbal. Vai entender rapidinho e verá que é bem tranquilo perceber a diferença.

Ex.: “Trata-se de casos emblemáticos”. (EEAR, 2018)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:
A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

  1. Sujeito inexistente: o sujeito inexistente vai aparecer em orações que se referem a situações que acontecem simplesmente, situações que não dependem da ação de ninguém para acontecer. Daí, a gente pode encontrar o sujeito inexistente nesses casos:
  2. Data e hora: Quando a oração informa a data ou a hora, o sujeito é inexistente. Mas tem um detalhe: essas duas situações são as únicas nas quais o verbo pode ser usado no plural, apesar de o sujeito ser inexistente. Isso vai acontecer quando o numeral usado na frase for diferente de um.

Ex.: Hoje é dia primeiro de outubro. / Hoje são treze de outubro.

Agora é uma hora da tarde. / Agora são três horas da tarde.

  1. Fenômenos da natureza: Quando o verbo se referir a uma fenômeno da natureza, não há um agente para essa ação. Logo, o sujeito da oração é inexistente.

Ex.: Durante a tempestade choveu mais do que o previsto.

O sujeito do verbo CHOVER é inexistente, pois ele se refere a um fenômeno da natureza.

Mas, se o verbo estiver sendo usado no sentido figurado, a classificação muda. Lembra daquele filme “’Tá chovendo hambúrguer”? O verbo CHOVER não está sendo usado no seu sentido literal. Por isso, ele tem sujeito escrito: “hambúrguer”, que é um exemplo de sujeito simples. Maneiro, né?

III. Verbo FAZER: Quando o verbo FAZER se referir a um período de tempo no passado, ele será impessoal, ou seja, não aceita plural e apresenta sujeito inexistente. Essa impessoalidade vai acontecer em uma estrutura bem específica:

EX.: Faz muito tempo que não vemos tanta mobilização social.

Verbo FAZER + período de tempo + que + (…) Sempre que essa estrutura frasal se repetir, o sujeito do verbo FAZER é inexistente.

  1. Verbo HAVER: Quando o verbo HAVER tiver o mesmo sentido do verbo EXISTIR, o verbo “haver” será impessoal. E o que isso quer dizer? Quer dizer que esse verbo fica impessoal, ou seja, não aceita plural e apresenta sujeito inexistente. Já o verbo “existir” apresenta sujeito expresso posposto, ou seja, o sujeito aparece depois do verbo e pode ser simples ou composto, dependendo do caso.

Ex.: “Há livros que dão vontade de morar dentro deles.”

Considere as seguintes ocorrências do verbo haver e as afirmações que são feitas a seguir:
1. Há uma gama de conhecimentos (l.11).
2. Por isso, há leituras que quando terminam deixam saudade! (l. 21 e 22).
3. Há livros que dão vontade de morar dentro deles (l. 22).

I. Em todas as ocorrências, a substituição pelo verbo existir exige flexão no plural.
II. Nas três situações, o verbo haver é impessoal.
III. Em 1, a substituição do verbo haver pelo existir NÃO implica flexão de número.

Quais estão corretas?
A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas I e II.
D) Apenas II e III.
E) I, II e III.

O verbo HAVER pode ser substituído pelo verbo EXISTIR, sem que haja alteração no significado da frase. Por isso, o sujeito do verbo HAVER é inexistente. Já o sujeito do verbo EXISTIR é “livros”.

Maravilha, agora que você já está por dentro de tudo sobre sujeito, o ideal é baixar o maior número possível de questões da sua banca para resolvê-las e fixar o que acabou de aprender aqui. Portanto, mãos à obra e até a próxima!

O que mudou no ENEM 2018

O ENEM passou por mudanças e nós vamos explicar tudo!

Se você ainda não sabe o que mudou no ENEM 2018, fique ligado. Este ano, a responsável pela capacitação dos corretores passou a ser a Fundação Getúlio Vargas. Trata-se de uma das bancas que já compunha o atual consórcio com a Vunesp, grupo contratado pelo Inep – atual responsável pela realização do ENEM. Socorro!

Em 2016, o responsável pelo realização do ENEM era o CEBRASPE – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Por anos, os alunos estudaram pelas provas anteriores e puderam confiar nos modelos anteriores para enfrentar os exames seguintes. Em 2017, com a contratação do atual grupo – Vunesp, FGV e Cesgranrio – para aplicação e correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) instaurou-se um período de insegurança bastante acirrado entre os estudantes. Como se preparar para uma prova inédita, já que as novas questões seriam elaboradas por uma nova organizadora e a redações seriam corrigidas a partir de uma nova leitura dos critérios do Inep?

Na época, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) explicou, em nota, que o trabalho das fundações seria apenas de aplicação e correção do Enem e que as questões continuariam a ser elaboradas pela autarquia do governo federal. Entretanto, várias áreas de conhecimento sentiram mudanças na forma de a prova cobrar os conteúdos. Antes, a maioria das questões era longa e trazia uma pequena explicação antes da pergunta (contextualização), depois passaram a ser mais curtas e objetivas, em sua maioria.

Sobre a prova escrita, poucos foram os candidatos que conseguiram tirar nota 1000 na redação com a nova banca. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), apenas 53 alunos conseguiram a sonhada nota mil na redação do ENEM de 2017, num universo de 4,72 milhões. O número parece assustador, mas se considerarmos que na edição anterior houve 77 notas máximas dentro de uma quantidade muito maior de candidatos, não representa uma crise de produção textual. É mais do mesmo. Era ruim e agora não está péssimo.

Parece que os candidatos aprovaram as mudanças nos modelos de pergunta e já se empolgaram para usar as redações nota 1000 de 2017 como modelo. Então, eis que surge a temida notícia: mudou de novo. A Vunesp abriu mão da correção da prova dissertativa. Quem assumiu o destino da sua vida, ou melhor, a correção da sua redação foi a FGV.

Com a saída da certificação pelo ENEM em 2017, a tendência é surgirem questões cada vez mais pontuais e objetivas na múltipla escolha. Atualmente o Encceja é o responsável pela prova de certificação, que acontece em outra data.

Portanto, O que mudou no ENEM 2018 em redação?

Em relação à correção da redação, os critérios não mudaram, mas a forma de interpretar esses critérios pode assustar os candidatos desavisados.

COMPETÊNCIA I

DEMONSTRAR DOMÍNIO DA NORMA CULTA DA LÍNGUA ESCRITA.

Na época do Cebraspe, essa competência só tratava de erros gramaticais. Atualmente, avalia se a organização sintática dentro dos parágrafos é competente. Frases inadequadas, com divisão ilógica configuram um problema nesse critério.

COMPETÊNCIA II

COMPREENDER A PROPOSTA DE REDAÇÃO E APLICAR CONCEITOS DAS VÁRIAS ÁREAS DE CONHECIMENTO PARA DESENVOLVER O TEMA, DENTRO DOS LIMITES ESTRUTURAIS DO TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO.

Verifica se o texto é dissertativo e se o tema foi abordado. Sobre o domínio de outras áreas, houve uma época em que o simples uso de uma citação garantia a valorização do candidato nesta competência. Atualmente o uso do domínio não pode mais ser “carteado” ou “superficial”. As informações empregadas precisam ter uma fonte relevante e estar relacionada a uma das expressões que compõem o tema. Ou seja, a citação da tia, a citação do filósofo que não tem nada a ver com treta da redação não valem muita coisa.

COMPETÊNCIA III

SELECIONAR, RELACIONAR, ORGANIZAR E INTERPRETAR INFORMAÇÕES, FATOS, OPINIÕES E ARGUMENTOS EM DEFESA DE UM PONTO DE VISTA

O critério avalia basicamente se seu texto traz uma previsibilidade de escrita. Ou seja, quer saber se em cada parágrafo você escreve o que lhe vem à cabeça sobre o tema, ou se você está tentando comprovar elementos explicitados na sua introdução.

COMPETÊNCIA IV

DEMONSTRAR CONHECIMENTO DOS MECANISMOS LINGUÍSTICOS NECESSÁRIOS PARA A CONSTRUÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO

Não repita palavras. Use conectivos para mudar de um parágrafo para o outro e para amarrar as frases dentro do parágrafo.

COMPETÊNCIA V

ELABORAR PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA ABORDADO, MOSTRANDO RESPEITO AOS VALORES HUMANOS E CONSIDERANDO A DIVERSIDADE SOCIOCULTURAL

Esqueça aquela história de duas propostas ou de dois agentes. Isso já saiu de moda há várias estações. Faça uma proposta dentro do tema e que apresente agente social, ação, maneira ou recurso de realização desta ação e finalidade da medida. É importante especificar um desses elementos, aprofundando-se nas informações relevantes a ele.

Tudo sobre a cartilha de redação do ENEM 2018

O que mudou no ENEM 2018 em humanas?

A expectativa é de perguntas mais específicas que exigem do candidato mais conhecimento prévio do que a simples interpretação de textos verbais e não verbais.

O que mudou no ENEM 2018 em exatas?

Tradicionalmente, o raciocínio lógico e a leitura de gráficos ou imagens sempre salvou muitos alunos com dificuldade na área. A expectativa de questões mais pontuais, direcionadas à aplicação de fórmulas e conteúdos específicos devem marcar mais presença no exame.

O que mudou no ENEM 2018 em Biológicas?

Se você se lembra daquelas questões longas que revisam o conteúdo antes de fazer a pergunta, saiba que elas estão entrando em extinção. Os conceitos teóricos devem aparecer aplicados em situações cotidianas, mas a pergunta chega de forma mais direta.

Agora que você já está por dentro do que mudou no ENEM 2018, mão à obra! Hora de praticar.