Filmes de Guerra

Dicas de 5 filmes sobre guerras e conflitos mundiais

Ei, mais uma dica ProEnem pra você! Essa é pra quem se amarra em guerras e conflitos mundiais e nas matérias de humanas. Pra quem pensa que não gosta de história e geografia, lá vai uma dica de como aprender esses conteúdos de uma maneira mais alternativa.

Os filmes de guerra são recursos didáticos que se relacionam com os conteúdos trabalhados pelos professores. É a partir desse recurso que se torna possível visualizar situações que aconteceram há décadas e trazer para o imaginário do vestibulando. Aqui no artigo, vamos dar um novo olhar a cinco filmes de guerra que se relacionam com os mais variados assuntos vistos principalmente em história e geografia para o ENEM.

Vem conferir um novo modo de colocar a matéria em dia e se divertir sem ficar com aquele famoso peso na consciência…

Ah, um detalhe importante: nesse post não contém spoillers sobre os filmes! Fique tranquilo.

Hotel Rwanda

O filme Hotel Rwanda retrata um pouco da história da Guerra Civil Africana que se passa em Kigali, capital da Ruanda em 1994. O filme gira em torno de uma guerra entre os hutus e tutsis, quando o presidente de Ruanda morre em um atentado após assinar um acordo de paz. E o grande Hotel des Mille Collines, terá um papel muito importante durante a guerra levou à morte de quase um milhão de pessoas em apenas cem dias.

Cartaz do filme Hotel Rwanda

O Resgate do Soldado Ryan

Esse filme é perfeito para aqueles que se interessam em saber mais um pouco sobre a Segunda Guerra mundial. O filme de guerra retrata os soldados norte-americanos na Batalha da Normandia, na Praia de Omaha como parte da operação para libertar a França ocupada pelos alemães. Porém, depois do ataque, descobre-se que três dos quatro irmãos Ryan morreram em combate, e o filme começa a se desenrolar no resgate de James Francis Ryan, que foi um soldado sobrevivente que podia estar em qualquer lugar da França.

Cartaz do filme O Regaste do Soldado Ryan

Ponte de Espiões

Esse é o momento de saber mais sobre a guerra fria com o filme ponte de espiões, que se desenvolve em um contexto de bipolaridade mundial, quando o advogado especializado em seguros James B. Donovan se habilita a entrar em uma tarefa: defender  um espião soviético capturado pelos americanos. Donovan vai protagonizar uma negociação de risco entre os Estados Unidos e a União Soviética, para tentar libertar um piloto norte-americano que foi condenado enquanto sobrevoava o território rival.

Cartaz do filme Ponte de Espiões

O Pianista

Esse filme autobibliográfico vai retratar a história de um pianista Judeu em busca da sobrevivência na Alemanha nazista. Nesse filme de guerra, mostra-se um pouco do que foram os campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, além de retratar detalhadamente  como se deu a fuga e sobrevivência do pianista polonês Wladyslaw Szpilman durante esse contexto histórico.

Cartaz do filme O Pianista

E para finalizar esse top 5 que tal um filme brasileiro?!

Cidade de Deus

Segundo Pablo Villaça para o site Cinema em Cena, o filme “Cidade de Deus é o filme certo no momento certo. Lançada em meio a uma das maiores crises de violência da história de nosso país (mesmo se considerarmos a violência patrocinada pelo Estado na época da ditadura), a produção retrata de forma realista – e, consequentemente, chocante – o terrível universo do tráfico que é, sem dúvida, o maior responsável pelas barbaridades que todos enfrentamos atualmente.” E por que não falar sobre a guerra existente no nosso território nacional? (Fonte: Carta Capital)

Cartaz do filme Cidade de Deus

Agora que você já tem uma listinha filmes de guerra, que tal chamar os amigos, o crush, a família ou até mesmo ver sozinho esses clássicos do cinema que vão te ajudar no Enem.

Tipos de sujeito

Precisa de ajuda para identificar e classificar os tipos de sujeito de uma oração?

Como achar o sujeito em uma frase?

Antes de aprendermos a identificar os tipos de sujeito, é preciso aprender a encontrá-los dentro do período. Isso porque esse termo sintático pode aparecer no início (lugar mais comum), no meio ou ainda no final da oração.

Então como fazer para conseguir identificar esse termo? É fácil! Geralmente, basta que você destaque o verbo da oração e faça as perguntas “O quê?” ou “Quem?” + verbo. A resposta que você encontrar para essa pergunta costuma ser o sujeito da oração. Saca só como é fácil:

Ex. 1: “Você nunca mais vai trabalhar nesta cidade”. (EEAR, 2018)

Qual o sujeito do verbo TRABALHAR? Basta perguntarmos: “Quem nunca mais vai trabalhar nessa cidade:” A resposta a essa pergunta é: “Você”. Logo, o sujeito do verbo TRABALHAR é “você” tudo o que sobra na oração é predicado: “nunca mais vai trabalhar nessa cidade:”.

Ex. 2: “Chama atenção das pessoas atentas, cada vez mais, o quanto se forjam nos meios de comunicação modelos de comportamento ao sabor de modismos lançados pelas celebridades do momento.” (EXPCEX, 2013)

Qual o sujeito do verbo FORJAR? Basta perguntarmos “O que se forja nos meios de comunicação?” A resposta a essa pergunta é : “modelos de comportamento”. Logo, o sujeito do verbo FORJAR é “modelos de comportamento” e tudo o que sobra na oração é predicado: “o quanto se forjam nos meios de comunicação”.

Ex. 3: Ocorrem muitos acidentes nas Avenidas Federais.

Qual o sujeito do verbo OCORRER? Basta perguntarmos: “O que ocorre nas Avenidas Federais?” A resposta a essa pergunta é : “muitos acidentes”. Logo, o sujeito do verbo OCORRER é “muitos acidentes” e tudo o que sobra na oração é predicado: “ocorrem nas Avenidas Federais”.

E se liga em mais um detalhe: depois que você encontra o sujeito, tudo o que sobra na oração faz parte do predicado, inclusive o próprio verbo. E, se o sujeito não estiver expresso, escrito na oração, a frase toda será predicado. Lembrar disso vai te ajudar a classificar os tipos de predicado, quando você avançar mais um pouquinho nos estudos.

Pronto! Agora que você já aprendeu a destacar os sujeitos, vamos ver como podemos classificar os tipos de sujeito? Bora lá!

Quantos e quais são os tipos de sujeito possíveis?

Os sujeitos de uma oração se dividem em cinco tipos diferentes, que são classificados dependendo das informações que eles acrescentam à oração. Olha só como é fácil:

  1. Sujeito simples: o sujeito será classificado como simples quando ele apresentar um único núcleo, ou seja, falar de uma única coisa ou de um único grupo de coisas.

Ex.: “A organização dos concursos fez com que os urubus se sentissem importantes.”

Na frase: A organização dos concursos fez com que os urubus se sentissem importantes. O núcleo do sujeito de fez é:

A) urubus
B) concursos
C) dos concursos
D) organização
E) Nenhuma das respostas anteriores

Qual é o sujeito do verbo FAZER? Basta perguntarmos “Quem fez com que os urubus se sentissem importantes?” A resposta é “a organização dos concursos”. Como o núcleo desse sujeito é “organização”, o sujeito é simples.

  1. Sujeito composto: já o sujeito será classificado como composto quando apresentar dois ou mais núcleos, ou seja, falar de dois ou mais grupos de coisas.

Ex.: “Naus e navegação têm sido uma das mais poderosas imagens na mente dos poetas” (EFOMM, 2017)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:

A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

O sujeito dessa oração é “Naus e navegação”. Como esse sujeito se refere a duas coisas diferentes, apresenta dois núcleos, ele é um exemplo de sujeito composto.

  1. Sujeito oculto ou elíptico ou desinencial: tanto nome diferente para um sujeito que nem aparece escrito na frase. Ora, mas se esse sujeito não aparece escrito, como a gente consegue identificá-lo? É fácil. Basta olhar para a conjugação do verbo. É justamente a terminação verbal que vai denunciar qual é o sujeito.

“Exercia influência somente em pessoas menos atentas”. (EEAR, 2012)

Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito na frase.
a) Desconfiaram da idoneidade daquela empresa. (sujeito oculto)
b) Grandes contradições econômicas atingem nosso país. (sujeito composto)
c) Exercia influência somente em pessoas menos atentas. (sujeito indeterminado)
d) No mundo, existem várias organizações preocupadas com a preservação do meio ambiente. (sujeito simples)

Quem exercia influência sobre as pessoas desatentas? O sujeito ELE não está escrito na frase, mas pode ser recuperado pela terminação verbal. Logo, o sujeito da frase é oculto.

Mas se liga no seguinte: o sujeito só será classificado como oculto quando o verbo estiver conjugado em uma das cinco primeiras pessoas verbais (eu, tu, ele, nós e vós) e ele não puder ser recuperado pelo contexto, não estar expresso em outra parte do texto. Quando o verbo estiver conjugado na terceira pessoa do plural (eles), teremos outro tipo de sujeito. Olha só a diferença…

  1. Sujeito indeterminado: esse tipo de sujeito pode vir representado de duas diferentes maneiras. A primeira delas é bastante parecida com o sujeito oculto, porque o sujeito pode ser recuperado pela terminação do verbo, que deve estar conjugado na terceira pessoa do plural (eles). A diferença entre essa forma do sujeito indeterminado e o sujeito oculto se deve à diferença de significado. Mais ou menos assim: você usa o sujeito oculto quando fica com preguiça de escrever o sujeito, porque ele pode ser identificado com facilidade pela terminação do verbo. Já o sujeito indeterminado é usado quando você não sabe quem praticou a ação ou não quer identificar o autor. A diferença entre os dois é semântica (de significado, de intenção), apesar de a estrutura ser bem parecida. Moleza, NÉ?

Ex.: “Aniquilaram as fontes de resistência na zona de conflito no país. “(EEAR, 2018)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:
A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

Nesse exemplo não é possível saber quem foi o agente responsável pela aniquilação das fontes de resistência. O verbo está na terceira pessoa do plural e por isso o sujeito é classificado como indeterminado. Se a frase fosse: “Aniquilamos as fontes de resistência na zona de conflito do país”, o sujeito da frase seria oculto (nós), porque pode ser recuperado pela conjugação do verbo.

Já a outra maneira representar o sujeito oculto usa a partícula –SE, que recebe o nome de índice de indeterminação do sujeito. Essa partícula aparece bem pertinho do verbo, que precisa estar sempre conjugado na terceira pessoa do singular (ele) e que não aceita plural de jeito nenhum. Pra isso, o verbo da oração que você está analisando pode ser qualquer um, menos verbo transitivo direto. Se você não lembra o que é isso, dá uma olhadinha em transitividade verbal. Vai entender rapidinho e verá que é bem tranquilo perceber a diferença.

Ex.: “Trata-se de casos emblemáticos”. (EEAR, 2018)

Todas as opções apresentam sujeito inexistente, EXCETO:
A) E como faz calor, veja, os lagostins saem da toca.
B) Ou então vamos jogar bola-preta: do outro lado do jardim tem um pé de saboneteira.
C) Agora devem ser três horas da tarde, as galinhas lá fora estão cacarejando de sono, você gosta de fruta-pão assada com manteiga?
D) Mas não consigo imaginá-la assim; talvez se na praia ainda houver pitangueiras…
E) Linda como a areia que a onda ondeou. Saíra grande!

  1. Sujeito inexistente: o sujeito inexistente vai aparecer em orações que se referem a situações que acontecem simplesmente, situações que não dependem da ação de ninguém para acontecer. Daí, a gente pode encontrar o sujeito inexistente nesses casos:
  2. Data e hora: Quando a oração informa a data ou a hora, o sujeito é inexistente. Mas tem um detalhe: essas duas situações são as únicas nas quais o verbo pode ser usado no plural, apesar de o sujeito ser inexistente. Isso vai acontecer quando o numeral usado na frase for diferente de um.

Ex.: Hoje é dia primeiro de outubro. / Hoje são treze de outubro.

Agora é uma hora da tarde. / Agora são três horas da tarde.

  1. Fenômenos da natureza: Quando o verbo se referir a uma fenômeno da natureza, não há um agente para essa ação. Logo, o sujeito da oração é inexistente.

Ex.: Durante a tempestade choveu mais do que o previsto.

O sujeito do verbo CHOVER é inexistente, pois ele se refere a um fenômeno da natureza.

Mas, se o verbo estiver sendo usado no sentido figurado, a classificação muda. Lembra daquele filme “’Tá chovendo hambúrguer”? O verbo CHOVER não está sendo usado no seu sentido literal. Por isso, ele tem sujeito escrito: “hambúrguer”, que é um exemplo de sujeito simples. Maneiro, né?

III. Verbo FAZER: Quando o verbo FAZER se referir a um período de tempo no passado, ele será impessoal, ou seja, não aceita plural e apresenta sujeito inexistente. Essa impessoalidade vai acontecer em uma estrutura bem específica:

EX.: Faz muito tempo que não vemos tanta mobilização social.

Verbo FAZER + período de tempo + que + (…) Sempre que essa estrutura frasal se repetir, o sujeito do verbo FAZER é inexistente.

  1. Verbo HAVER: Quando o verbo HAVER tiver o mesmo sentido do verbo EXISTIR, o verbo “haver” será impessoal. E o que isso quer dizer? Quer dizer que esse verbo fica impessoal, ou seja, não aceita plural e apresenta sujeito inexistente. Já o verbo “existir” apresenta sujeito expresso posposto, ou seja, o sujeito aparece depois do verbo e pode ser simples ou composto, dependendo do caso.

Ex.: “Há livros que dão vontade de morar dentro deles.”

Considere as seguintes ocorrências do verbo haver e as afirmações que são feitas a seguir:
1. Há uma gama de conhecimentos (l.11).
2. Por isso, há leituras que quando terminam deixam saudade! (l. 21 e 22).
3. Há livros que dão vontade de morar dentro deles (l. 22).

I. Em todas as ocorrências, a substituição pelo verbo existir exige flexão no plural.
II. Nas três situações, o verbo haver é impessoal.
III. Em 1, a substituição do verbo haver pelo existir NÃO implica flexão de número.

Quais estão corretas?
A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas I e II.
D) Apenas II e III.
E) I, II e III.

O verbo HAVER pode ser substituído pelo verbo EXISTIR, sem que haja alteração no significado da frase. Por isso, o sujeito do verbo HAVER é inexistente. Já o sujeito do verbo EXISTIR é “livros”.

Maravilha, agora que você já está por dentro de tudo sobre sujeito, o ideal é baixar o maior número possível de questões da sua banca para resolvê-las e fixar o que acabou de aprender aqui. Portanto, mãos à obra e até a próxima!

O que mudou no ENEM 2018

O ENEM passou por mudanças e nós vamos explicar tudo!

Se você ainda não sabe o que mudou no ENEM 2018, fique ligado. Este ano, a responsável pela capacitação dos corretores passou a ser a Fundação Getúlio Vargas. Trata-se de uma das bancas que já compunha o atual consórcio com a Vunesp, grupo contratado pelo Inep – atual responsável pela realização do ENEM. Socorro!

Em 2016, o responsável pelo realização do ENEM era o CEBRASPE – Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos. Por anos, os alunos estudaram pelas provas anteriores e puderam confiar nos modelos anteriores para enfrentar os exames seguintes. Em 2017, com a contratação do atual grupo – Vunesp, FGV e Cesgranrio – para aplicação e correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) instaurou-se um período de insegurança bastante acirrado entre os estudantes. Como se preparar para uma prova inédita, já que as novas questões seriam elaboradas por uma nova organizadora e a redações seriam corrigidas a partir de uma nova leitura dos critérios do Inep?

Na época, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) explicou, em nota, que o trabalho das fundações seria apenas de aplicação e correção do Enem e que as questões continuariam a ser elaboradas pela autarquia do governo federal. Entretanto, várias áreas de conhecimento sentiram mudanças na forma de a prova cobrar os conteúdos. Antes, a maioria das questões era longa e trazia uma pequena explicação antes da pergunta (contextualização), depois passaram a ser mais curtas e objetivas, em sua maioria.

Sobre a prova escrita, poucos foram os candidatos que conseguiram tirar nota 1000 na redação com a nova banca. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), apenas 53 alunos conseguiram a sonhada nota mil na redação do ENEM de 2017, num universo de 4,72 milhões. O número parece assustador, mas se considerarmos que na edição anterior houve 77 notas máximas dentro de uma quantidade muito maior de candidatos, não representa uma crise de produção textual. É mais do mesmo. Era ruim e agora não está péssimo.

Parece que os candidatos aprovaram as mudanças nos modelos de pergunta e já se empolgaram para usar as redações nota 1000 de 2017 como modelo. Então, eis que surge a temida notícia: mudou de novo. A Vunesp abriu mão da correção da prova dissertativa. Quem assumiu o destino da sua vida, ou melhor, a correção da sua redação foi a FGV.

Com a saída da certificação pelo ENEM em 2017, a tendência é surgirem questões cada vez mais pontuais e objetivas na múltipla escolha. Atualmente o Encceja é o responsável pela prova de certificação, que acontece em outra data.

Portanto, O que mudou no ENEM 2018 em redação?

Em relação à correção da redação, os critérios não mudaram, mas a forma de interpretar esses critérios pode assustar os candidatos desavisados.

COMPETÊNCIA I

DEMONSTRAR DOMÍNIO DA NORMA CULTA DA LÍNGUA ESCRITA.

Na época do Cebraspe, essa competência só tratava de erros gramaticais. Atualmente, avalia se a organização sintática dentro dos parágrafos é competente. Frases inadequadas, com divisão ilógica configuram um problema nesse critério.

COMPETÊNCIA II

COMPREENDER A PROPOSTA DE REDAÇÃO E APLICAR CONCEITOS DAS VÁRIAS ÁREAS DE CONHECIMENTO PARA DESENVOLVER O TEMA, DENTRO DOS LIMITES ESTRUTURAIS DO TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO.

Verifica se o texto é dissertativo e se o tema foi abordado. Sobre o domínio de outras áreas, houve uma época em que o simples uso de uma citação garantia a valorização do candidato nesta competência. Atualmente o uso do domínio não pode mais ser “carteado” ou “superficial”. As informações empregadas precisam ter uma fonte relevante e estar relacionada a uma das expressões que compõem o tema. Ou seja, a citação da tia, a citação do filósofo que não tem nada a ver com treta da redação não valem muita coisa.

COMPETÊNCIA III

SELECIONAR, RELACIONAR, ORGANIZAR E INTERPRETAR INFORMAÇÕES, FATOS, OPINIÕES E ARGUMENTOS EM DEFESA DE UM PONTO DE VISTA

O critério avalia basicamente se seu texto traz uma previsibilidade de escrita. Ou seja, quer saber se em cada parágrafo você escreve o que lhe vem à cabeça sobre o tema, ou se você está tentando comprovar elementos explicitados na sua introdução.

COMPETÊNCIA IV

DEMONSTRAR CONHECIMENTO DOS MECANISMOS LINGUÍSTICOS NECESSÁRIOS PARA A CONSTRUÇÃO DA ARGUMENTAÇÃO

Não repita palavras. Use conectivos para mudar de um parágrafo para o outro e para amarrar as frases dentro do parágrafo.

COMPETÊNCIA V

ELABORAR PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA O PROBLEMA ABORDADO, MOSTRANDO RESPEITO AOS VALORES HUMANOS E CONSIDERANDO A DIVERSIDADE SOCIOCULTURAL

Esqueça aquela história de duas propostas ou de dois agentes. Isso já saiu de moda há várias estações. Faça uma proposta dentro do tema e que apresente agente social, ação, maneira ou recurso de realização desta ação e finalidade da medida. É importante especificar um desses elementos, aprofundando-se nas informações relevantes a ele.

Tudo sobre a cartilha de redação do ENEM 2018

O que mudou no ENEM 2018 em humanas?

A expectativa é de perguntas mais específicas que exigem do candidato mais conhecimento prévio do que a simples interpretação de textos verbais e não verbais.

O que mudou no ENEM 2018 em exatas?

Tradicionalmente, o raciocínio lógico e a leitura de gráficos ou imagens sempre salvou muitos alunos com dificuldade na área. A expectativa de questões mais pontuais, direcionadas à aplicação de fórmulas e conteúdos específicos devem marcar mais presença no exame.

O que mudou no ENEM 2018 em Biológicas?

Se você se lembra daquelas questões longas que revisam o conteúdo antes de fazer a pergunta, saiba que elas estão entrando em extinção. Os conceitos teóricos devem aparecer aplicados em situações cotidianas, mas a pergunta chega de forma mais direta.

Agora que você já está por dentro do que mudou no ENEM 2018, mão à obra! Hora de praticar.

Horário de verão começa no primeiro dia do Enem 2018

Horário de Verão mudando no ENEM, e agora?

Governo Federal voltou atrás da decisão de adiar o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. A data inicial será mantida (4/11) e coincide com o primeiro dia de provas do Enem 2018.

Na última segunda-feira, o Palácio do Planalto informou que não haverá o adiamento do início do horário de verão, voltando atrás na informação divulgada pela assessoria no início do mês, que dizia que o início do horário de verão seria adiado para o dia 18 de novembro a fim de não interferir na primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio.

O adiamento foi solicitado pelo Ministério da Educação com a justificativa de que a mudança poderia confundir os candidatos por conta da necessidade da obrigação de adiantar os relógios. Segundo apuração feita pelo site G1, o governo decidiu manter o início do horário de verão em 4 de novembro em nome da segurança jurídica, em razão do decreto já publicado.

Fique atento, pois teremos quatro fusos horários diferentes no Brasil. No entanto, o fechamento dos portões seguirá o horário de Brasília, às 13h. Os candidatos que chegarem após o horário correto não poderão fazer a prova.

Fique atento aos estados que precisarão adiantar os relógios em uma hora:

Atenção: Como o horário local em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul já está uma hora atrás do horário de Brasília, a diferença continuará igual. Isso quer dizer que o fechamento dos portões nos dois estados irá acontece às 12h do horário local.

horariodeveraoparaoenem
Horário de Verão

Afinal o que é realmente o Horário de Verão?

O horário de verão utiliza um sistema de adiantamento do relógio em 1 hora, utilizado em diversos países com o objetivo do melhor a utilização da luz do sol, em prol da economia de energia. Atualmente o horário de verão está presente em 30 países, com a exceção dos países que se encontram próximos a linha de Equador, pois não existe uma definição das estações do ano.

No Brasil, o horário de verão está previsto em um decreto de lei de número 6.558 de 8 de setembro de 2008, conforme escrito no decreto, o horário de verão se inicia todos os anos a meia-noite do terceiro domingo de outubro, e o encerramento do horário de verão também está previsto por lei, sendo terminado no terceiro domingo de fevereiro.

Agora que você já sabe sobre a decisão do governo, não esqueça de adiantar o seu relógio no dia da prova do ENEM.

Veja também os 5 temas mais importantes de Geografia para o ENEM!

Fuvest abre inscrições para o vestibular 2019

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) abriu na última segunda-feira (13) as inscrições para o vestibular 2019. As inscrições devem ser feitas através do próprio site da Fuvest e serão encerradas às 12h do dia 14 de setembro.

O valor da taxa de inscrição será R$ 170, o mesmo cobrado ano passado. Os candidatos sem isenção terão até 18 de setembro para realizar o pagamento da taxa. A primeira fase vai acontecer em 25 de novembro, e a segunda será em dois dias, 6 e 7 de janeiro de 2019. Neste ano, a segunda fase contará com dois dias de provas, diferente dos anos anteriores que contavam com 3 dias.

Primeira fase Fuvest:

Segunda fase Fuvest:

Prova: 25 de novembro

Abertura dos portões: 12h30

Fechamento dos portões: 13h

Duração da prova: 5h

Conteúdo: 90 questões de múltipla escolha – Conhecimentos Gerais

Provas: 6 e 7 de janeiro

Abertura dos portões: 12h30

Fechamento dos portões: 13h

Duração das provas: 4h por dia

Conteúdo: Primeira prova – Português e Redação. Segunda prova – 12 questões de acordo com a carreira escolhida pelo candidato.

Para esse ano, a Fuvest solicitou a leitura obrigatória das seguinte obras:

Vidas Secas, de Graciliano Ramos; 

A Relíquia, de Eça de Queirós; 

Iracema, de José de Alencar; 

Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis; 

O Cortiço, de Aluísio de Azevedo; 

Sagarana, de João Guimarães Rosa;

Minha Vida de Menina, de Helena Morley; 

Claro Enigma, de Carlos Drummond de Andrade; 

Mayombe, de Pepetela.

Você aluno do ProEnem que também vai prestar o vestibular da Fuvest terá acesso a aulas especiais. O projeto incluirá aulas específicas com resoluções de questões de provas anteriores e será realizado através do nosso canal no YouTube. Fique ligado nas nossas redes para acompanhar quais serão as datas. Inscreva-se em nosso canal e fique por dentro de todas as novidades que estamos preparando para você, vestibulando. Enquanto isso, dê uma olhada nas aulas especiais que já fizemos:

Calendário FUVEST

13/8/2018 a 14/09/2018 – Prazo de inscrições

18/9/2018 – Último dia para o pagamento da taxa de inscrição

16/11/2018 – Divulgação dos locais de prova da primeira fase

25/11/2018 – Prova da primeira fase

10/12/2018 – Divulgação dos aprovados para a segunda fase

6/1/2019 – Prova de português e redação da segunda fase

7/1/2019 – Prova da segunda fase de disciplinas específicas da carreira escolhida pelo candidato

Para maiores informações, acesse o MANUAL DO CANDIDATO FUVEST.

Estude com a sua série favorita

Você já conhece o ProEnem Pop? Caso ainda não conheça, vamos lhe mostrar alguns videozinhos aqui! O ProEnem Pop é uma série de vídeos em que nossos professores relacionam filmes e séries com conteúdos cobrados na prova do Enem. Então dê uma olhada na listinha que fizemos para você começar a assistir:

La Casa de Papel: Economia, Política e Filosofia

O que Game of  Thrones pode nos ensinar sobre história?

Breaking Bad e a química no Enem

O Abutre: Indústria Cultural e Sociedade do Espetáculo

Vingadores: Guerra Infinita – Thanos X Thomas Malthus

É isso, galera! Aproveitem a nossa playlist do ProEnem Pop e assistam a seus filmes e séries favoritos com outros olhos, inscrevendo-se no nosso canal aqui: →  www.youtube.com/user/ProENEMOficial

Como Estudar pro Enem em 4 meses

Vai começar a se preparar agora para o Enem 2018?

Galera, na próxima segunda-feira, 30 de julho, teremos a aula inaugural da nova Turma Intensiva! A aula será ao vivo em nosso canal do YouTube às 15:00. Durante a aula, os professores Diego Viug e Romulo Bolivar darão dicas para vocês sobre como começar a estudar agora pro Enem 2018. Mostraremos também como é possível controlar a ansiedade nessa reta final pré-prova e contaremos com a participação especial de uma ex-aluna aprovada em Engenharia, teremos também um sorteio. Não perca!

Isso tudo é incrível, não é mesmo? E o melhor é que essa aula inaugural será de graça, ou seja, todo mundo poderá assistir às dicas dos professores para mandar muito bem na prova do Enem!

Essa superaula ao vivo será o pontapé inicial da nossa nova turma. De uma forma especial, mostraremos como o ProEnem pode te ajudar a arrasar no Enem e ir direto para a faculdade dos seus sonhos. Você também vai ficar por dentro de todos os benefícios da nossa Turma Intensiva! Então é isso; temos um  encontro marcado no dia 30, hein?! Não perca essa superchance de fazer parte do nosso time de aprovados!!

Como estudar para o Enem 2018 com o ProEnem

Quer estudar para o Enem 2018 sem sair de casa?

Você pode fazer isso assistindo a aulas de graça, ao vivo, pelo Youtube com tudo que cai na prova. E o melhor: você ainda pode tirar suas dúvidas durante as aulas, tudo isso online!

Estude junto com a gente para o Enem. Temos nosso próprio plano de estudos, mas você pode montar o seu de acordo com os horários livres que tiver. Se quiser mais benefícios, você pode tornar-se assinante da nossa plataforma e ter ainda mais vantagens! Assim, caso perca alguma aula ao vivo, você poderá ver depois, porque todas ficam salvas. Nesse caso, você pode assistir no horário que preferir e tiver disponibilidade.

Também é possível acessar os conteúdos de qualquer lugar, sem a obrigação de estar em uma sala de aula. Ganha-se tempo e conforto de estudar onde você se sente mais à vontade.

Garanta sua vaga conosco! Temos uma turma novinha em folha que começa em 30/7. Quer fazer parte dela para arrasar no Enem? Não perca tempo! Inscreva-se clicando AQUI e veja como nossos planos podem facilitar tudo para você.

imagem com descrição e preço das turmas

Em nossas novas turmas, você terá simulados, redação corrigida e comentada, monitorias, exercícios com professores comentando e explicando por vídeo, material didático, plano de estudo até novembro, videoaulas gravadas e muito mais. Junte-se a nós nessa caminhada até o Enem 2018 e vamos gabaritar a prova!

Podcast: Anitta e a Indústria Cultural

Veneno ou Medicina?

Você pode ser fã ou hater da Anitta, pode não ter acompanhado a série feita pela cantora no IGTV para a escolher seu novo single, Medicina ou Veneno, mas uma coisa temos que concordar, ela é a artista do momento no Brasil e já está marcando presença no mercado internacional. Nesse podcast o mestre Leandro Vieira explica o sucesso da cantora pop através dos conceitos da Industria Cultural de Adorno e Horkheimer. Também falamos sobre o emponderamento feminino e sobre como a cantora se moldou para se encaixar em padrões do mercado.

Leandro também faz uma análise sobre o projeto Check Mate, de 2017, onde a cantora, focada na carreira internacional, lançou singles em 3 idiomas (português, espanhol e inglês) e conquistou números milionários nos serviços de streaming.  Através deste podcast você vai entender que os conceitos que você aprende nas nossas aulas ao vivo estão mais próximos do que imaginamos.

Quer começar a se preparar agora para o Enem 2018? Clique AQUI e faça parte do nosso time de aprovados.

100 anos de Nelson Mandela

Nelson Mandela, que hoje completaria 100 anos caso estivesse vivo, foi o líder que lutou contra o regime do apartheid (política que excluía os negros da vida social, política e econômica do país) e pelos direitos de milhões de sul-africanos vítimas do racismo. Ele foi o primeiro presidente negro da história e símbolo de luta.

Mandela foi perseguido, condenado e preso em 1964 por 27 anos, mas voltou para ser Presidente em 1994. Durante, o seu mandato promoveu diversas ações para a diminuição dos conflitos entre negros e brancos; uma de suas estratégias foi utilizar o esporte como meio de unir o povo sem diferenciar as raças. A última vez em que apareceu em público foi no encerramento da Copa do Mundo de 2010, sediada na África do Sul. Madiba, como era chamado carinhosamente pelos sul-africanos, havia se retirado da vida pública em 2004 para dedicar-se à caridade.

Ele nos deixou aos 95 anos, em dezembro de 2013, com uma infecção pulmonar. Não só deixou grandes lições políticas, mas também um modelo de comportamento baseado na ajuda sem fins lucrativos para diversos lugares. Segundo os dados da Fundação Mandela, Nelson garantiu respaldo a pelo menos 40 instituições beneficentes.

O seu grande compromisso na luta contra a pobreza, a injustiça e a Aids, ou mesmo em favor da defesa dos direitos da infância, fazem parte de uma herança que fica acima de qualquer bandeira, cores e ideologias. Ele ainda foi embaixador da boa vontade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), porta-voz da SOS Children”s Village (maior organização de ajuda a crianças órfãs) e promoveu a campanha “46664” contra a Aids.

A ONU declarou o dia de hoje, 18 de julho, data do aniversário dele, a celebração do Dia Internacional Nelson Mandela. Foi a primeira vez que as Nações Unidas dedicaram uma data a uma pessoa, isso é um marco com a promessa de continuar luta pela igualdade sempre.

“A educação é a mais poderosa arma pela qual se pode mudar o mundo.” – NELSON MANDELA

Texto: Bárbara Christie