Arte contemporânea

Este módulo busca apresentar um conjunto de estilos e estéticas artísticas desde o início do século XX e que são frequentemente cobradas nas provas do ENEM.
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ABSTRACIONISMO

Característica comum a vários estilos artísticos do século XX.

Arte que não representa elementos ou formas da realidade.

Preocupação com cores, texturas, movimentos e sensações espelhadas na tela.

Didática imbatível de nossos professores!

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14 meses de acesso

  • Turma Extensiva 2020/2021
  • 6 Simulados
  • 4 Redações Corrigidas por mês

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Eu quero

Não é um movimento contemporâneo, mas uma espécie de “gênero” que influenciou vários artistas do século XX.

SERPA, Ivan. Sem título (1963)

KANDINSKY, Wassily. Composição VIII (1923)

NEOPLASTICISMO

Abstracionismo geométrico

Redução da realidade às formas elementares

Uso de cores primárias

Linhas retas

Ênfase na estrutura

Equilíbrio assimétrico

DOESBURG, Theo Van. Desenho de perspectiva colorida para a sala de concertos da Universidade (1928)

MONDRIAN, Piet . Composição  C  (1935)

ACTION PAINTING (GESTUALISMO)

Estilo de “pintura automática”.

Sinais e gestos de pintar como forma de expressão.

Técnica artística autoral e subjetiva.

Liberdade emocional na execução da obra artística.

Velocidade de execução.

Uso de materiais não tradicionais.

Dripping – espalhar a tinta que cai diretamente do tubo sobre a tela ou em um balde.

Sobreposição de camadas de tinta.

DE KOONING, Willem. Excavation  (1950)

POLLOCK, Jackson. Número 11. (1952)

ARTE INFORMAL

Conjunto de tendências abstratas da segunda metade do século XX.

Recusa de representação da realidade.

Experimentalismo artístico.

Gosto pela mancha ao acaso.

Obra aberta à leitura do espectador: nunca está terminada.

Espontaneidade do gesto e o automatismo

Inexistência de planejamentos ou conceitos preconcebidos na obra: a experiência da arte faz nascer a ideia, não o contrário.

JIMENEZ-BALAGUER, Laurent. Espelhos da memória. (1999)

Georges Mathieu, Capetos* por toda a parte, 1954

*dinastia nobre francesa.

HARD EDGE

Transições bruscas entre cores.

Delimitação clara e racionalmente planejada entre as áreas coloridas.

Pintura “a máquina”, com precisão, nitidez e frieza.

Contornos marcados e formas geométricas simples.

Pintura impessoal.

STELLA, Frank. Harran II (1967)

BENJAMIN, Karl. Número 3 (1969)

OP ART

Ilusões óticas.

Menos expressão, mais visualização.

O importante é causar impressão a quem vê a obra.

Muitas das obras ignoram as cores e focam-se em formas em preto e branco que podem criar ilusões.

Sobreposição de imagens.

Interação entre fundo e foco da obra.

VASARELY, Victor. Gestalt-Tri (1978)

RILEY, Bridget. Movimento em quadrados (1961)

POP ART

Resgate do figurativismo.

Captação de imagens e símbolos de produtos de mídia e da indústria.

Crítica ou exaltação à sociedade de consumo.

Transformação de elementos cotidianos em ícones artísticos.

Repetições de imagens.

Uso de cores marcantes.

Colagens, serigrafia e outras técnicas de produção mistas.

Referências a modelos de histórias em quadrinhos.

WARHOL, Andy. Latas de sopa Campbell (1962)

LICHTENSTEIN, Roy. Enfermeira (1964)

ARTE NAÏF

Também chamada de “arte primitiva moderna”

Naïf significa “ingênuo”, “inocente”

Arte simples, sem técnicas acadêmicas

Intuição e expressividade

Falta de inserção em circuitos tradicionais

Temática variada

Ausência de filiação a círculos artísticos

ROUSSEAU, Henri. A refeição do leão (1907)

VOLPI, Alfredo. Bandeirinhas estruturadas (1970)

MINIMALISMO

Caráter geométrico bi ou tridimensional.

Redução formal e representação do básico.

Busca a quebra de barreiras entre a pintura e a escultura, considerando o espaço das obras e sua interação com o ambiente.

Simplicidade

Uso de objetos como espelhos, caixas de metal e até tijolos.

JUDD, Donald.  Sem título (1990)

SMITHSON, Robert. Espelho de canto com corais (1969)

NEOEXPRESSIONISMO

Representações emocionais e subjetivas.

Mistura de tintas a materiais como areia ou palha, buscando texturas.

Atualização do modelo expressionista – ligado à angústia europeia pré-guerras – para o cenário das angústias contemporâneas.

Primitivismo figurativo e agressividade cromática.

Arte híbrida com instalações, pinturas e performances.

Na Itália, o estilo é conhecido também por “transvanguardismo”.

GUINLE, Jorge. Sereias (1985)

BÜTTNER, Werner. Apenas ilusões (1989)

FOTORREALISMO (HIPER-REALISMO)

Busca a fidelidade fotográfica.

Uso da fotografia para a transposição para a pintura.

Uso de “air brushes” e mesmo lápis de grafite comuns.

Cenas de cotidiano, ambientes e produtos ligados ao desejo de um estilo de vida confortável.

FRANTZ, Ricardo André. A fronteira final (2011)

FAZIO, Diego. Sensações (2012)

ARTE CONCEITUAL

Valorização do conceito por trás de um objeto artístico.

A própria ideia é a obra de arte.

Herdeira do ‘ready made’ dadaísta.

Utiliza-se de montagens de objetos retirados de seu contexto comum, provocando ressignificações.

As instalações possibilitam o espectador entrar na obra e fazer parte dela.

Arte performática, em que o artista usa o corpo como expressão cênica.

MEIRELES, Cildo. Inserções em circuito ideológico: Projeto Coca-Colar  (1970)

BEUYS, Joseph. Mulher (1971)

ARTE CINÉTICA

Arte em movimento

A própria estrutura é o movimento

Objeto móvel

Efeitos de luz e sombra

CARVÃO, Aluísio. Superfície farfalhante II (1967)

ASSEMBLAGE

Designa objetos artísticos tridimensionais em que se incorporem diferentes materiais

Apesar de confundir-se muitas vezes com a colagem, vai além dela por conta da diversidade de materiais

Estética da acumulação: todo material pode ser incorporado à obra de arte

Justaposição ou sobreposição de elementos

CATUNDA, Leda. Camisetas (1989)

INSTALAÇÃO

Ambiente construído artisticamente

Interação com o espectador

Disposição específica de elementos no espaço

Foco na percepção e na experiência com o espectador

Diversidade material

Confunde-se por vezes com a assemblage e com o minimalismo

LAGOS, Miller. Casa (2012)

BODY ART

O corpo é o suporte da arte

Corpo como meio de expressão

Associação à performance (sem participação do público) ou happening (com participação do público)

Articulação com diferentes obras de arte

KEMPINSKI, Maikon.  DNA de Dan (2017)

ARTE URBANA (GRAFITE)

Manifestações de intervenção nos espaços urbanos, tidos como sem vida.

Cunho político-social.

Intervenções em pintura de muros e fachadas, instalações em praças e passeios, flash mobs e outras performances em espaços públicos.

Ícone da contracultura: retrata a resistência de segmentos minoritários da população.

Associa-se, portanto, a grupos (“tribos urbanas”) ligados a variados graus de transgressão e resistência cultural.

SALIGMAN, Meg. Linhas comuns, Filadélfia, EUA

KOBRA, Eduardo. Oscar Niemeyer, fachada de prédio em SP, Brasil.

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