Relações de segregação, identidades, preconceito e discriminação

Identidade cultural é a relação que se estabelece entre “semelhantes”, ou seja, os símbolos que constituem uma cultura quando são partilhados por um grupo acabam criando uma identidade cultural, que por vezes acaba dando sentido a uma nação — esse conceito de Nação passa a ganhar força a partir do século XVI, quando são constituídos os Estados Nacionais Modernos.
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A ideia de identidade é criada e está presente mesmo em organizações muito primitivas, e podemos encontrá-la até em organizações tribais.

Existem muitos traços culturais presentes na identidade cultural de alguém que permitem identificar, por exemplo, sua origem. Imagine que uma mulher samba muito bem em uma festividade em Nova York. Quando as pessoas olharem para ela, qual nacionalidade normalmente virá na mente daquelas pessoas? Brasileira, com certeza, já que o samba faz parte da nossa identidade cultural. É a identidade cultural que desenvolve nos indivíduos  o sentimento de pertencimento a uma comunidade, sociedade e nação.

A identidade aparece, portanto, na relação que se estabelece com a diferença, na medida em que esse sistema de representações só pertence a um dado grupo ou nação e reflete a ideia de que “tudo aquilo que está fora” desse contexto não pertence à mesma identidade, ao mesmo grupo e àquela nação.

IDENTIDADE E ALTERIDADE

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A identidade é criada no exercício da determinação da diferença. Ou seja, quando estabeleço quem eu sou? Quando delimito quem eu não sou. Esta relação entre identidade e diferença ocorre, então, quando o grupo cria símbolos e partilha dessas mesmas normas de comportamento, valores, costumes, religiosidade, ritos, e enxerga o outro — o que não partilha como “o” diferente.

O princípio de alteridade aparece no exercício da formação da identidade, e “o outro é o não eu”. Pois o “outro” é aquele que nega os meus símbolos, podendo compartilhá-los comigo. Em alguns momentos, o conceito de Raça esteve presente como forma de justificar a criação de uma identidade. A origem do conceito era a designação das espécies diferentes e a classificação das mesmas na Zoologia e na Botânica. Na Idade Moderna, esse conceito passou a ser utilizado pela sociedade, designando e determinando os diferentes tipos de esferas sociais. Graduando, conseguiram criar caminhos para o racismo ou “racialismo”, o que nos leva ao exercício da intolerância ao outro e a identificação não por símbolos, mas essencialmente por características físicas (cor de pele etc.).

Essa identidade é que forma o conceito de ação moderna, como vimos anteriormente. Assim, a nação expressa não somente a formação de uma identidade única, mas também a territorialidade, a língua e outros símbolos materiais como bandeira e hino, que formam o que é nacional: Ao serem compartilhados enquanto símbolos, os indivíduos passam a ter uma consciência coletiva de que fazem parte de um todo.

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Benedict Anderson em seu livro “Comunidades Imaginadas” propõe uma definição instrumental do conceito de nação: “Uma comunidade política imaginada – e imaginada como sendo intrinsecamente limitada e, ao mesmo tempo, soberana”. A palavra imaginada vira o cerne da explicação de Anderson para a construção de uma nação, o adjetivo provém da tentativa de se demonstrar que as nações não são criadas, o uso do termo “imaginada” se contrapõe ao termo “criada” ou “inventada”, a idéia de invenção ou criação pode dar a ideia de que existam comunidades verdadeiras.

Anderson diz que: “as comunidades se distinguem não por sua falsidade/autenticidade, mas pelo estilo em que são imaginadas”, mesmo não se conhecendo todos os indivíduos presentes em sua nação, existe um sentimento intrínseco de comunhão entre eles. É interessante também observar a utilização do termo “limitada” devido à existência de fronteiras territoriais em cada nação. O adjetivo comunidade se refere à existência de uma “camaradagem” entre os membros de determinada nação e o adjetivo soberana vem da possibilidade de pluralidade e liberdade de cada nação.

Observação

A identidade cultural é cobrada no Enem apresentando elementos que produzem um sentimento de pertencimento. A identidade cultural nacional é enfatizada e patrimônios material e imaterial, festas e comidas típicas são elementos priorizados para se trabalhar esse conceito, normalmente com interdisciplinaridade com História (identidade ao longo do tempo) e com Geografia (identidades em lugares em lugares diversos).

O conceito de “raça” não envolve:

  • Características físicas e genéticas.
  • Afinidades linguísticas e cultura.
  • Cor da pele, tipo de cabelo e gênero.
  • A classificação de grupos sociais em superior e inferior.

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