SISTEMAS PRODUTIVOS

A mudança em relação ao trabalho ocorrida por decorrência de uma mudança em relação ao lucro, vai ser ampliada na Revolução Industrial, um dos maiores acontecimentos da história moderna. A Revolução Industrial vai alterar modelos, formas de entendimento do mundo, concepções de trabalho e compreensões sociais. O mundo nunca mais vai ser o mesmo, o trabalho também não. Vão surgir modelos industriais complexos, que alterar a forma de vida e a forma de produção industrial.

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Taylorismo 

Entre os modelos industriais que alteraram e mudaram a história, vale destacar o taylorismo, formado e elaborado pelo americano Frederick Taylor, o taylorismo caracteriza-se pela ênfase nas tarefas, uma percepção de que as tarefas devem ser realizadas e amplamente divididas, que a divisão de tarefas vai levar ao ganho de tempo e de produtividade.

Taylor também propôs um aumento de trabalho dos funcionários, acreditando que funcionários passaram a se sentir mais valorizados e isso fez com que exercessem seus ofícios com mais prazer, maior acolhimento e enaltecimento dentro da empresa. As ideias de Taylor vão ser acolhidas por Henry Ford, americano que vai originar o fordismo, com a implementação de algo fundamental que foi a “linha de montagem”.

Fordismo

Ford estabeleceu fábricas totalmente verticalizadas, praticando e elaborando todas as etapas da produção e elaboração, buscava-se um barateamento do produto final, gerando uma maior possibilidade de barateamento do produto final. O modelo fordista vai ser amplamente utilizado, tornando-se referência da indústria automobilística, grandes estoques, produção em série e em massa.

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O fordismo e a produção em massa entram em crise nos anos 1960-70 e começam aos poucos, sendo substituídos pela produção curta, modelo de produção baseado no Sistema Toyota de Produção, também chamado de toyotismo. O toyotismo busca uma produção por demanda, em que vende-se o produto para posteriormente fabricá-lo ou montá-lo, estabelecimento de estoque mínimo e produção altamente flexível, em que o cliente tem o poderio de escolha de elementos da produção. A produção toyotista busca altíssima qualidade, existe uma preocupação contínua com não existência de defeitos, tentativa de buscar perceber os defeitos em sua origem.

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